sexta-feira, 27 de abril de 2012

Um Conto sobre Bondage - Parte 2!

Por P. - Casal Bondagista.


Cuidado com Aquilo que Deseja e a Camisa de Força

PARTE 2

No mínimo uma hora se passou, ele já estava perdendo a noção do tempo naquele ponto, quando S. apareceu novamente, já trajando roupas de quem estava se preparando para ir dormir, apareceu caminhando descalça e vestindo um pijama confortável.
Sentou novamente na cadeira e ficou com seus pés plantados na frente do rosto do marido.
- Eu agora vou tirar sua mordaça, para que tu possa descansar um pouco, mas nenhuma palavra, senão te faço dormir amordaçado.
P., balança a cabeça positivamente.
Ela tira a mordaça e ele mexe os lábios e a boca devagar, se readaptando.
- A primeira tarefa sua é limpar a sola de meus pés, para eu possa dormir de pés limpinhos.
Ele olha para os lindos pés de S. que estão já cheirosos e limpinhos. No entanto, como ela veio caminhando até ali descalça, ele protesta.
- Tu veio até aqui de pés descalços, tem sujeira do chão grudada nele. Além disso, isso não faz parte do acordo. Diz ele.
- Acho que você está enganado. Primeiro, eles estão bem limpinhos e segundo, te controlar faz parte do acordo, controle total lembra? Portanto, se eu disser lambe você lambe, se eu disser pula você pula. Estamos entendidos?
Sr. "X" olha para baixo e nada responde.
- Ok! - Ela diz
Sem mais palavras ela sai do quarto e volta logo em seguida com uma pequena mochila contendo cordas e outros acessórios. Pega um longo rolo de bandagem e começa aplicar sobre os olhos de P., várias e várias voltas até deixa-lo completamente vendado.
A essa altura ele está no escuro, confuso e cego, sem saber o que esperar a seguir, ela aperta seu nariz forçando-o a abrir a boca para pegar ar. Neste momento ele sente uma bucha ou bola de pano ser empurrada para dentro de sua boca, logo em seguida, mais bandagem e fita adesiva selando a mordaça no lugar.
Ela em seguida se abaixa e diz para ele em tom sarcástico.
- Viu? Eu não falei? se você não me obedecer eu posso ser bem malvadinha, e você não viu nada ainda. Você está ralado comigo.
- Não quer lamber meu pé por causa de uma sujeirinha é? Pois então, não está sentindo um gosto diferente na bucha de pano que eu coloquei na sua boca? É, fique o sr. sabendo que essa bucha de pano é na verdade a meia que eu usei hoje cedo para ir trabalhar. A lição aqui é: Tem o jeito fácil e o jeito difícil, e ambos resultam com você fazendo aquilo que eu quiser.
A reação rápida e controladora da esposa deixou P. desarmado, a cada minuto que passa a idéia de que era simples fingimento e que ela iria solta-lo no momento seguinte parece algo mais improvável.
Ela se levanta e com seus pés descalços começa a pisar no corpo de P., pressionando a sola do pé sobre o rosto, costas, pernas, não está colocando peso total. Somente "meio-peso", pisando de forma vigorosa e lentamente, não com o objetivo de causar dor, mas para marcar território, firme, como que para lembrar quem manda.
- Se eu disser para você lamber meu pé, você deve lamber, como um cachorrinho. Se eu precisar de um lugar para pisar meu pé, você fica bem direitinho no chão, como um bom tapetinho. entendeu?
Pressiona a sola de seu pé fazendo um pouco mais de força sobre o rosto de P.. - ENTENDEU?
P. produz um som de "ahãm" abafado em sua mordaça.
- Bom menino. 
Ela segue pisando por mais alguns minutos e no fim, por pura diversão, agarra o pau rígido de seu esposo e fala: - Olha só isso, você realmente gosta de ser tapete? Acho bom começar a disfarçar melhor o quanto esta excitado com tudo isso, senão posso começar a achar que o melhor a fazer é te manter meu submisso.
P. não tem como evitar ou disfarçar a verdade de estar adorando viver aquela fantasia.
S. sai por um instante e volta carregando uma coberta, ela joga a coberta sobre o corpo da vítima.
- Hora de dormir, boa noite. Sem maiores explicações ela apaga a luz, fecha a porta e caminha para seu quarto.
P. tenta falar através da mordaça, mas logo vê que está sozinho. A ideia lhe parece insana, afinal ele está no chão frio de seu escritório, e ele nunca imaginou que passaria as próximas 8 horas ali preso a uma camisa de força, amordaçado e vendado, abandonado para dormir.
Ele começa a se debater, lutar, tentando se soltar, querendo fugir, mas mesmos após vários minutos a camisa de força continua lá, sem ceder um centímetro sequer, ele para ofegante, tenta descansar para pegar um pouco de ar.
Sua próxima reação foi tentar chamar S. através da mordaça "MMmppPPPPhhhhmmmmm MMpppphhmmmmm!" Novamente vários minutos se passaram e nenhum som ou sinal foi ouvido, a única lembrança da presença de S. era a meia usada por ela que estava agora socada dentro da boca dele.
Cansado ele se entrega fisicamente, para de lutar, tenta se arrumar o melhor que pode e fica ali amarrado, derrotado.
Não se passou mais que uma hora desde que S. havia dito boa noite, no entanto, ele já estava bem desorientado e perdendo completamente a noção do tempo. Era aproximadamente 23:00.
S. vem caminhando sem fazer muito barulho, deita suavemente ao lado do corpo amarrado de seu marido e começa a falar no seu ouvido:
- Bem quietinho! Eu não quero um piu! Nenhum movimento! Somente me ouça com atenção. Eu vou te dar um chance, funciona assim, eu quero um cachorrinho para lamber minha xotinha, bem lambida, bem gostoso, se tu fizer um bom trabalho, mas você vai ter que se esforçar. Eu te deixo dormir lá no quarto, sem mordaça e sem amarrar os seus pés. Entendido?
P. prontamente aceita, acenando positivamente com a cabeça.
Com um largo sorriso de quem está cada vez mais gostando da situação S. retira a mordaça e desfaz o hogtie, deixando apenas camisa de força e a venda que impede a visão.
Ela senta na cadeira e usando as duas mãos conduz a cabeça vendada da vítima diretamente sobre a xoxota quente e molhada, pressionando sua bucetinha contra os lábios de P. que sente o gosto da excitação e começa a chupar e lamber como um louco.
S. usou seu brinquedo amarrado por uns 15 ou 20 minutos, ela sentada na cadeira, pernas abertas, ele de joelhos, amarrado, vendado, e chupando sem parar, sentindo o doce gosto da excitação de sua esposa, até ela finalmente explodir em um gozo.
Ele ainda esperou que em algum momento o jogo se inverte-se e chega-se a vez dele ser levado ao orgasmo, mas isso não aconteceu. Definitivamente na brincadeira de hoje as coisas seriam diferentes.

FIM DA PARTE 2

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