quinta-feira, 26 de abril de 2012

Um Conto sobre Bondage!

É fácil de imaginar até pelo link desde blog "casalbondage.blogspot.com" que bondage certamente é algo que gosto e prático.

Para falar a verdade, eu P., tenho dois grandes fetiches desde muito cedo, bondage e pés femininos, a castidade controlada e dispositivos de castidade foi algo mais recente.

Como estou sem tempo para escrever vou colocar aqui no Blog um conto de bondage que escrevi originalmente para minha linda S.

Este conto é dividido em 3 (três) partes, e mistura elementos verídicos e alguns fantasiosos, no entanto as descrições são bem reais e partes realmente aconteceram.

Um detalhe, eu realmente adoro ser amarrado e sou dono de uma camisa-de-força de verdade, que comprei via ebay de um vendedor de Londres. Se alguém quiser ou se interessar eu posso postar uma foto dela.

Então vamos ao conto, lembrando que o tema "Castidade Controlada" continuará sendo abordado por aqui sempre que possível.

"Por P. - Casal Bondagista.

Cuidado com Aquilo que Deseja e a Camisa de Força

P. fez a ordem de compra para uma camisa de força, a encomenda veio da Inglaterra.

Chegado o grande dia de ser amarrado nela, P. resolveu que era hora de desafiar S., provocar os instintos dominadores dela, fazer aflorar seu lado "amarradora", para isso ele precisava confiar nela e criar uma cena que a atiça-se, ele queria apostar alto e arriscar até onde a lado "Vilã Amarradora" poderia ser realmente malvada com ele.

Para isso foi criada uma condição especial: Neste jogo S. teria poder absoluto sobre o final da cena, não haveria palavra de segurança (safeword) para acabar a cena antes do tempo, somente a "Amarradora" teria esse poder, desta forma, uma vez amarrada a camisa de força, esta seria desamarrada somente se a "S." decidi-se, sem tempo limite.

Uma das fantasias de P. era ser mantido raptado e amarrado contra a vontade, então esse cenário era bem apropriado: Então, em uma noite de 6ª feira, quando a brincadeira estava começando, no momento em que S. amarrava a camisa de força em P., já com tudo pronto para possivelmente 1 ou 2 horas de brincadeira, P. iniciou um diálogo que mudaria toda o rumo da brincadeira:
- S., eu sei o quanto você me ama, gosta e cuida de mim. Disto, nunca tive dúvidas. Mas você seria capaz de ser realmente malvada comigo? Sei que sua alma é doce, mas seria você capaz de representar uma raptora cruel e sem coração? 
- Não duvide disso, se eu quiser e souber que é isso que você realmente quer, eu faço e muito bem feito.
- Não sei, no final acho que toda a mulher por instinto acaba querendo ser submissa ao homem, as vezes acho que na verdade o que você queria lá no fundo era estar aqui no meu lugar, submissa as minhas ordens.
A provocação teve um efeito imediato em S.
- Se você queria me deixar irritada parabéns, e sabe muito bem que nunca vou ser submissa a um homem, muito menos submissa a ti, então raptora cruel e sem coração? esse é o teu joguinho? vamos ver quem é o submisso aqui.
Falando isso ela acabou de amarrar a camisa de força de maneira rápida e agressiva.
E sem perder tempo colocou uma mordaça de bola na boca da vítima.
Olhando diretamente nos olhos do prisioneiro, agarrou a vítima pela gola da camisa de força e disse secamente:
- Vem comigo.
Ele foi conduzido até um minúsculo banheiro de serviço e colocado sentado sobre a privada, após isso foi fechada a janela do banheiro, e a luz foi apagada, por fim, S. fechou a porta do pequeno banheiro, trancando a porta a chave pelo lado de fora.
Tudo aconteceu muito rápido e a reação explosiva de S. surpreendeu P., ele não podia negar pela ereção de sua calça que estava adorando o jogo, seu pau estava latejando, mas ao mesmo tempo ficou assustado, nunca tinha visto sua esposa trata-lo daquele jeito tão ríspido durante a brincadeira.
O tempo seguinte que ele passou no banheiro ficou resumido a um lugar pequeno e escuro, uma vítima que estava bem presa na camisa de força e uma mordaça enchendo sua boca. Os sentimentos foram de excitação e medo, ele já não sabia bem o que esperar, o jogo tinha fugido do curso normal.
Uma hora se passou antes da porta abrir novamente.
S. abriu a porta e falou de maneira seca "De pé!, vem!"
Conduziu o amarrado apenas alguns passos até o chão do escritório e deitou a vítima sobre um pano no chão.
Com um pedaço de corda amarrou os tornozelos juntos e atou o final do nó da corda as costas da camisa de força, formando um hogtie apertado.
Sentou-se em uma cadeira na frente da vítima e com o pé nu apertou a sola sobre o rosto do amarrado enquanto ia falando.
- Então tua acha que eu sou submissa a ti? olha isso eu posso te garantir que não. Daqui onde estou, eu posso ver a tua ereção, e quem gosta de ficar assim amarrado e lambendo meus pés é tu. Eu fiquei lá pensando e relembrando as regras, eu posso de deixar amarrado por quanto tempo eu quiser né? Pois então, eu não vou te soltar. Quando tu precisa ir trabalhar de novo? 2ª Feira? bom até lá eu vou te manter amarrado, você vai dormir assim.
Os olhos de P. estavam assustados nesse momento.
- Não era o que você queria? uma Raptora Fria e Cruel? ser mantido em total controle? sem tempo limite? 
- Pois tenha bastante cuidado com aquilo que deseja, porque você pode acabar conseguindo!
- Então a partir de agora já te aviso, pode pedir, pode implorar que eu não vou te soltar, e dependendo de como você cooperar comigo sua situação pode melhorar ou ficar bem pior, quanto mais cooperativo e submisso a mim você for, melhor para você.
- E não vem tentar me enganar que não gosta, porque eu estou vendo daqui, depois de tudo isso que falei, olha o tamanho da sua ereção. S. cutuca o pau ereto do P. com seu pé. Ele está com uma ereção total.
Efetivamente apesar de sentir seu coração batendo rápido. A ereção e excitação que esta sentido ao ouvir aquelas palavras são bem fortes.
P. morde a mordaça, sentindo a sola macia do pé de sua esposa sobre seu rosto, e ao mesmo tempo o abraço apertado da camisa de força confinando seu corpo, ele nunca iria confessar, mas no fundo gostaria de congelar aquele momento no tempo e no espaço.
Dito isso, S. se levanta e sai do quarto, apagando a luz e fechando a chave a porta atrás dela. Mais uma vez P. está lá abandonado, amarrado e indefeso.
Muitas dúvidas correm na cabeça de P., será que sua esposa esta falando a verdade ou assustando ele? seria ela mesmo capaz de fazer isso? ele agora tinha um pouco de dúvida e receio, se ela estiver falando a verdade? ele teria que honrar sua parte do acordo e ficar lá amarrado.
Na hora seguinte, algumas vezes ele imaginava que ela iria voltar rindo para enfim confessar que tudo não passou de uma brincadeira e soltar ele, outras vezes ele ficava lá imaginando o oposto, já não sabia se tinha feito a escolha certa em pedir aquele jogo, mas parecia muito tarde para voltar atrás.
No entanto aquela versão "modificada" do jogo e o lado cruel e dominador até então desconhecido de sua esposa, o excitavam completamente, era impossível negar.

FIM DA PARTE 1"

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