sábado, 5 de janeiro de 2013

História de uma dominadora continuação....


Observações: Foi escrito em forma de relato.
Ficção, escrita por P. e S., espero que gostem...

Conto de uma dominadora...

Parte 2


A Dominadora que está relatando a história faz uma pequena pausa e fita a escritora que está a sua frente.
- Espero que esteja gostando do meu relato, estou tentando ser o mais sincera possível.
Está perfeito, é possível entender muito bem a história e o seu ponto de vista.
Então no outro dia conforme o prometido comprei uma coleira para ele, uma coleira de couro linda que prendia em seu pescoço, algumas vezes eu conduzia ele pela casa encoleirado feito um cachorrinho, só por diversão.
E os dias foram passando naturalmente, uma semana depois ele já havia quebrado a barreira de 30 dias sem orgasmo e sem qualquer ereção. Não lembro exatamente o dia.
Deu para notar que eu havia pego ele de jeito mesmo, ele estava completamente desarmado mentalmente, ele sequer imaginou que eu fosse seguir em frente, quando se deu conta já era tarde demais.
Mas eu sentia falta de uma coisa, e como eu sentia, eu queria muito ser penetrada, sentir um pênis me penetrando gostoso.
Por outro lado, não tinha a menor intenção de deixar ele gozar, já tinha ido muito longe para simplesmente parar agora, eu estava liberta, como falei, me sentia sem culpa, e eu queria muuuuito judiar dele, queria fazer ele comer na minha mão, e estava sentindo tesão nisso, pode apostar.
Então veio o plano diabólico, se aquilo funciona-se então ele estaria mesmo condenado a castidade controlada por mim, e no final foi isso mesmo que aconteceu.
Pesquisei com muita calma pessoalmente em sexshops até que consegui achar exatamente aquilo que procurava, cheguei em casa naquele dia e fui recepcionada como sempre, quando ele estava ajoelhado e massageando meus pés iniciei uma conversa que parecia descompromissada, mas era tudo parte do plano.
Eu disse para ele que estava sentindo muita falta de ser penetrada e que naquela noite ele iria me penetrar, seus olhos brilharam, quase fiquei com pena, mas na verdade eu fiquei foi mais excitada ainda.
Nas horas que passaram até nós irmos para cama era possível ver que ele estava ansioso, parecia que finalmente chegava a hora dele, ele chegou a me dizer que sabia que aquele dia chegaria, que eu não conseguiria ficar sem o pênis dele, que sabia como eu adorava ser penetrada por ele.
Coloquei um lindo lingerie preto naquele dia, pedi para ele se despir completamente, ele ficou lá, nú, mas com seu piupiu ainda devidamente trancado na gaiola.
Eu disse para ele fechar os olhos, já que eu queria pegar algo que estava muito bem escondido, ele obviamente achou que eu estava falando da chave do cadeado.
Então eu disse para ele ficar bem quieto que eu precisava mexer na cintura dele um pouco, ele ainda estava de olhos fechados quando eu comecei a prender uma linda cinta peniana com um pênis vibrador tamanho real na cintura dele, e ficou perfeito, foi possível amarrar o cinto na exata posição que eu queria e ainda acomodar o piupiu trancado na gaiola na parte de baixo.
Quando ele abriu os olhos foi a segunda vez que eu vi os olhos dele apavorados, lá estava ele com uma cinta peniana devidamente fixada no lugar onde deveria estar o pau dele. Não sei o que passou na cabeça dele naquele momento, mas com certeza não era aquilo que ele havia pensado para aquela noite.
O piupiu dele se acomodou perfeitamente na abertura da parte de baixo da cinta, dessa forma era possível para ele fazer sexo comigo sem qualquer incômodo, claro, ele sentiria tudo de uma transa real, o único problema era que ele sequer conseguiria ter uma ereção durante a transa.
Eu me ajoelhei e chupei aquele cacete falso olhando nos olhos dele, fazia tudo como se estivesse chupando o pau verdadeiro dele, torturei ele ao máximo e depois pedi para ele me penetrar, e vou te confessar foi incrível, era 95% como se fosse algo real, era muito real, com algumas vantagens, aquele cacete ainda poderia ser colocado para vibrar e ele não precisava parar a transa ou diminuir o ritmo depois de 5 minutos por medo de ejacular...
Naquela noite eu adormeci com as pernas bambas.
Eu sentia falta de ser penetrada e após aquela experiência acho que por uns 10 dias eu fiz ele me penetrar diariamente com a cinta peniana, o pobre diabo fazia o melhor que podia, acho que imaginando ou sonhando que estava me comendo de verdade.
Aproveitei aquilo para torturar ele ainda mais, dizia para ele que agora me sentia completa, eu tinha tudo queria, gozava de todos os jeitos, era penetrada ainda melhor do que era antes, não havia qualquer razão para solta-lo no curto prazo.
A essa altura fazia aproximadamente 45 dias que ele não tinha um orgasmo, toda aquela pressão sobre ele, acho que ele estava a beira de um colapso, eu o estava torturando mesmo, e estava gostando ainda mais.
Sabia que era a hora da cartada final do plano, coloquei ele sentado no chão, ele estava com a sua coleira e a guia que estava na minha mão.
Então eu disse para ele que sabia que ele me penetrava todas as noites mas não sentia a penetração e não podia gozar e o quanto aquilo era torturante, então eu poderia conceder para ele estas duas coisas: 
ele poderia sentir uma penetração e teria permissão de ter um orgasmo, mas que isso teria um alto preço, ele teria que assinar um novo contrato de castidade controlada, que me daria poderes ilimitados sobre ele.
Ele ficou muito confuso, acho que atordoado, ele não pensava mais direito, aposto que só ouviu direito a palavra orgasmo. Aceitou quase que de forma instantânea, e foi naquele dia que ele selou o seu destino.
Minutos depois ele estava assinando o contrato que preparei para ele, naquele contrato eu ganhava poderes irrevogáveis de controlar os orgasmos pelo resto de nosso casamento.
Se você quiser depois te mostro uma cópia dele.
Eu estava plenamente consciente do que estava fazendo, porque havia descoberto o segredo de como o jogo de castidade controlada funcionava para ele, em primeiro lugar, depois de muita leitura, e depois na prática do dia a dia, havia descoberto que se meu marido não tivesse um orgasmo nada de mal aconteceria com ele, sério, ele não morreria e teoricamente poderia ficar sem um orgasmo por um mês, um ano ou uma década que ele não morreria, sério!!!!!
A outra parte do segredo é que homens são muito egoístas e autocentrados, tudo gira em torno do pênis deles, todo o prazer esta focado em ser tocado no pênis, se masturbar, receber um boquete, penetrar uma vágina, como se o mundo gira-se em torno de seus pênis, e quando você prende o pênis flácido dele em um dispositivo de castidade com cadeado e esconde a chave, tudo que resta para eles é focar o prazer na dona das chaves. Com o passar dos dias a testosterona e o tesão vão acumulando, o impulso sexual deles vai crescendo até chegar em um topo, e não existe alívio para eles, eles não tem mais pênis para brincar ou se aliviar, você trancou seu pênis e tirou isso dele, mas ele não consegue controlar o impulso sexual que tem por você, a dona das chaves, ele vai chupar sua vagina como se fosse a última do mundo, ele vai beijar, chupar você inteira, é o que sobra para ele, expressar sua sexualidade usando os lábios, a língua e tudo o mais, ele só não pode usar o próprio pênis.
Mas voltando ao assunto principal.
Assinado o contrato eu estava pronta para conceder o desejo dele, que na realidade era meu desejo desde o início do plano.
Peguei um par de algemas e algemei as mãos dele atrás das costas e sem perder tempo usei um pedaço comprido de pano para vendar os olhos dele.
Deixei ele peladinho, com exceção de seu pênis que continuava trancado.
Entrei no banheiro e rapidamente vesti em mim a surpresa que estava planejada.
Cheguei por trás dele e empurrei seu corpo para sobre a cama, ele perdendo o equilíbrio caiu de bruços sobre o colchão algemado.
Com a mão esquerda eu alcancei um vibrador que liguei e acomodei debaixo das bolas dele, ele ficava vibrando embaixo do saco escrotal ambas as bolas.
Foi então que eu tirei a venda que cobria os olhos dele e ele fitou o que estava preso na minha cintura.
Lá estava ela a cinta peniana que ele usava, só que agora estava comigo.
E esta foi a terceira vez que eu vi os olhos dele apavorados.
Antes que ele fala-se alguma coisa já sai adiantada.
E nem vem me olhar desta forma, você aceitou os termos para sentir uma penetração, eu tenho sentido você me penetrar por toda a vida, agora chegou a sua vez de sentir também.
Mais cedo ou mais tarde você vai ter que aprender a ser mais específico nos seus desejos, o que foi negociado aqui foi você sentir uma penetração e é isso que eu vou fazer.
Você me penetrar com o seu pau? nunca falei isso, e nem preciso, estou muito bem servida com a cinta peniana.
Não se preocupe, você terá o seu orgasmo como eu prometi.
Naquele instante eu havia vencido ele completamente e feito em pedacinhos, ele nem tentou argumentar, estava vencido. Eu havia levado ele mais longe do que ele sonhou um dia, estava sem um orgasmo a 45 dias, castrado e sem uma ereção, andava de coleira pela casa, chupava meus pés com sua língua todos os dias quando eu chegava do trabalho e ele tinha acabado de assinar um contrato me dando poderes ilimitados de controlar os orgasmos pelo resto de nosso casamento. Eu já era dona dele, havia literalmente fodido com ele. Pegar aquele cacete de borracha e socar na bunda dele era a simples consumação da situação dele.
E a resposta dele foi só "por favor eu só quero gozar."
Então me aproximei dele com a cinta peniana já bem lubrificada. Ele por sua vez ficou de bruços na cama e eu me alojei atrás dele. Beijei ele na orelha e na nuca, e muito excitada mirei a cabeça do consolo na entrada de seu ânus. Comecei pressionando aos poucos, enquanto ele recuava ligeiramente a bunda a cada estocada. Até que consegui cravar mais fundo na bundinha. Ele tentou escapar, mas segurei firme em sua cintura e comecei a bombá-lo com decisão. Estoquei uma, duas, três vezes e muitas mais. E ele gemia a cada metida. Eu estava enrabando ele e seus gritos só aumentavam meu prazer. "Consegue sentir a penetração agora querido?" Eu dizia provocando.
E continuei fodendo gostoso, cada estocada era acompanhada por nossos gritos. Passei a bater-lhe com força nas nádegas. 
Com ele de quatro, e usando um vibrador diretamente sobre seu pau trancado e sobre suas bolas eu fui metendo ele e vibrando, até que o inevitável aconteceu. Ele gozou com seu pau meio duro, meio mole, trancado no cinto de castidade e ainda sendo enrabado por mim.
Eu havia cumprido meu trato, ele podia sentir a penetração e teve seu orgasmo.
Eu confesso que acabei gozando quase junto com ele, foi incrível.
Nós apagamos naquela noite, ele acordou no outro dia ainda pelado e finalmente destrancado, a gente transou como doidos por todo o dia e finalmente ele podia me penetrar usando o próprio pau.
E sim foi somente naquele dia, pois no dia seguinte ele já estava trancado novamente, afinal ele tinha um longo contrato a cumprir comigo.


Fim da Parte 2.

Um comentário:

  1. SUPER EXCITANTE E DELICIOSO...VC NASCEU PRA ESCREVER CONTOS ERÓTICOS, MUITO BOM,MUITO BOM, GOZEI DUAS VEZES...FAÇA MAIS POR FAVOR FAÇA MAIS....

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