quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Outro Conto sobre Bondage - 5ª Parte - Final

1ª Parte "Huntress - Capítulo 1: O Sequestro por encomenda." http://casalbondage.blogspot.com.br/2012/11/outro-conto-sobre-bondage.html

2ª Parte "Huntress - Capítulo 2: Sim, Eu Quero Ser Sequestrado" http://casalbondage.blogspot.com.br/2013/08/outro-conto-sobre-bondage-2-parte.html



Vamos publicar o 5º e Último Capítulo deste conto, a história completa de "Huntress".

Lembrando que é um conto de ficção, sobre bondage, fantasias de rapto ou sequestro e dominação forçada. Vale aqui esclarecer que o conto não é erótico no sentido convencional, mas sim uma história de sequestro e suspense.

Temas: Conto de ficção sobre dominação feminina, dominação forçada, rapto ou sequestro, bondage, camisa de força, mordaça.

Huntress

Capítulo 5: A Verdade

O Guarda então virou-se e saiu caminhando lentamente, deixando Pedro novamente sozinho na cela.
Algumas horas mais tarde Huntress adentrou no pequeno cubículo, deparando-se com Pedro no colchão amarrado em "Hogtie".
- Quando te deixei ontem a noite você não estava assim. Vejo que você conheceu meu colaborador, "O Guarda", é bom saber que ele manteve a disciplina, enquanto estive fora.
- Mas não se acostume, isto é apenas um pequeno mal necessário, tenho semanas em licenças acumuladas por tempo de serviço, já dei entrada com os papéis hoje mais cedo, devo ter uma resposta por telefone até o final dia, entrarei em licença remunerada.
- Muito em breve não precisaremos mais da ajuda do Guarda, seremos só eu e você.
- Não gosto de pensar que você tem liberdade para ver outras pessoas e ouvir conversas sem a minha supervisão direta. Quero ter você por inteiro.
- Portanto, assim que tudo estiver acertado, eu serei a única pessoa que você terá contato, não quero absolutamente ninguém interagindo com você, e nada ou ninguém que exista além das portas de aço desse porão lhe dizem mais respeito.
Pedro imediatamente lembrou-se das palavras do Guarda "não tenha esperanças..." 
Ficava agora claro que se Huntress consegui-se a tal licença remunerada, Pedro nunca mais veria o Guarda.
Huntress então desfez o hogtie e conduziu Pedro para fora da cela. Começava mais um dia naquele porão, Pedro comeu e bebeu, sob rígida supervisão e seguindo fielmente todas as regras de segurança impostas por Huntress, sempre algemado ou maneado, por fim, foi ao banheiro e se higienizou, ao final, a camisa de força foi substituída por pesadas algemas de metal em seus pulsos e tornozelos, idênticas aquelas algemas de transporte usadas em prisões de segurança máxima.
Huntress então avisou Pedro.
- Deixarei você assim por um tempo, somente com as algemas e sem a mordaça, tudo isso é necessário para que você possa se movimentar, alongar os músculos, mexer sua boca. Não quero que você tenha qualquer tipo de machucado. Não me perdoaria se alguma lesão me impedisse de poder amarrar ou amordaçar você. Quero cuidar do meu brinquedo.
- No entanto, devo lembrar-lhe que qualquer tentativa de falar sem permissão será imediatamente punida, se eu ouvir uma palavra sequer sua, você ficará toda a noite amarrado dentro daquele saco, sim, aquele mesmo.
Pedro teve medo só de ouvir aquilo. Ele passou várias horas sozinho dentro de sua cela. Mas estava feliz agora por poder se mexer melhor, mesmo que algemado.
Após a refeição que Pedro imaginou ser o almoço, mas na verdade era o jantar, pois naquele lugar não era possível manter uma contagem de tempo.
Pedro foi levado até a sala principal, aquele lugar que ele conheceu quando chegou no cativeiro. Ele reconheceu o lugar imediatamente.
No meio daquela sala havia sido preparada algo que mais parecia uma maca suspensa, na verdade, era apenas uma tábua estreita, com 1,80m de cumprimento e 0,40m de largura, esta tábua era forte e rígida  e ficava fixada na horizontal, exatamente como uma cama mas com apenas 0,50m de altura para o chão, ela era apoiada por três pequenos cavaletes de madeira.
Sem demora Huntress fez Pedro deitar-se naquela cama de madeira e iniciou sua mumificação, primeiro com filme plástico industrial, muitas voltas foram aplicadas, passou e repassou diversas vezes a bobina de filme até formar uma grosso casulo que imobilizava Pedro por completo. Finalizou então com fita adesiva de PVC, era uma fita da cor preta, algo parecido com fita isolante só que mais forte, demorou um pouco até concluir esta parte do trabalho. Ao final Pedro estava imobilizado dos pés até o pescoço. Somente sua cabeça estava livre.
Pedro aceitou tudo, sem esboçar qualquer reação. 
Ao testar aquela mumificação concluiu rapidamente que não podia mover um músculo sequer, parecia que estava grudado com cola.
Em seguida e cuidadosamente Huntress removeu cada um dos três pequenos cavaletes, um por um, de maneira que ao final a tábua na qual Pedro estava mumificado fosse colocada diretamente sobre o chão de cimento.
O processo todo de mumificação desde a chegada na sala até aquele ponto demorou não menos do que 40 minutos.
- Ufa! Finalmente. Você não sabe o quanto é trabalhoso cuidar de você Pedro. Olhe só, já se passaram mais de 40 minutos.
- Minha dúvida agora é saber por quanto tempo vai ficar amarrado assim.
- Já sei, vamos usar uma regra que inventei, para cada 5 minutos perdidos com uma amarração, a vítima precisa ficar no mínimo uma hora para pagar meu esforço.
- Vejamos então, 40 dividido por 5, é igual a 8. Certo, 8 horas, o que você acha Pedro?
- Quero saber o que você acha, balance a cabeça, para dizer sim ou não.
"Você quer ficar amarrado desse jeito pelas oito horas?"
Pedro não teve dúvidas, não queria ficar ali por tanto tempo, se pudesse escolher, a resposta claramente seria não.
Pedro então balançou a cabeça negativamente.
Huntress então eriçou uma sobrancelha e continuou.
- Ok! Vamos a segunda alternativa.
"Você gostaria de ficar amarrado dessa forma por catorze horas Pedro?"
Pedro se assustou com a pergunta, aquela alternativa era bem pior que a primeira.
- Se você não gostou de 8, será 14 horas então.
Pedro ficou parado sem responder.
- Claro você pode dizer não novamente, mas se disser terá que aceitar obrigatoriamente a terceira e última alternativa. Só posso te dar no máximo três chances de escolha e estou sendo muito generosa.
Huntress então pegou um pequeno pedaço de papel e escreveu algo escondido, dobrou ele e deixou o papel dobrado sobre a barriga de Pedro.
- Para não dizer que fui injusta depois, a terceira alternativa está ali escrita no papel, então é só fazer sua escolha agora.
Farei a pergunta novamente, mas lembrando, se você disser que não, terá que cumprir o tempo que escrevi naquela folha de papel, agora para saber quanto tempo é você precisará dizer não para "as 14 horas", e lembre-se que não pode voltar atrás na sua escolha.
Aquilo era absurdo, no final por não querer ficar 8 horas mumificado agora teria que ficar 14? e se dissesse não novamente o que aconteceria? Pedro não estava disposto a saber.
- Então, Pedro.
"Você gostaria de ficar amarrado dessa forma por catorze horas?"
Pedro acenou positivamente com cabeça, era possível ver a tristeza em seus olhos ao aceitar.
Huntress riu e afagou a cabeça de Pedro.
- Eu não teria escolhido melhor, veja.
Ela então desdobrou aquele pedaço de papel revelando o que havia sido escrito.
"Você gostaria de ficar amarrado dessa forma por vinte e oito minutos?"
Ao ler o que estava escrito na terceira alternativa Pedro quase chorou de raiva, havia feito a pior escolha.
- Mas isso não me surpreende, na cópia que tenho de sua Ficha de Inscrição na Companhia do Sequestro, está marcado com pontuação máxima entre seus fetiches favoritos "Mumificação", então optar por 14 horas me parece a escolha natural. Faremos assim então, da próxima vez nem pergunto mais, já sei que sua resposta para mumificação é 14 horas.
- Por sinal naquela Ficha de Inscrição havia outras coisas curiosas, você marcou com pontuação máxima "fetiche por pés", é verdade Pedro? você gosta de pés?
- Particularmente eu não tenho atração por isso, digo, não sinto nenhum prazer especial nesta parte de meu corpo.
Enquanto falava Huntress descalçava as botas de couro, revelando então o contorno de belos pés femininos que pareciam ser nº 38/39 ainda escondidos dentro de meias pretas de seda.
- Agora uma coisa me fascina, a simbologia de submissão deste fetiche.
Huntress colocou então um de seus pés diretamente sobre o rosto de Pedro, esfregando vagarosamente sua sola por toda a face do homem mumificado, boca, nariz, olhos, testa, cada centímetro.
Pedro fechou seus olhos, sentido o atrito daquela sola macia ainda dentro da meia de seda contra sua cara, o pé estava quente e a meia levemente úmida. Quase que instantaneamente ele teve uma ereção.
- A maior alegria de um cachorrinho é lamber os pés de seus donos.
- E é assim que eu te imagino no futuro.
Ela então retira o pé direito e começa a esfregar o esquerdo contra a face de Pedro.
- Você sabe o seu destino não sabe? Claro que sabe. Na medida que o tempo for passando no porão, lentamente, com você nas minhas mãos, dominando cada pequeno aspecto da sua insignificante existência, te sufocando. Você não vai resistir, vai quebrar, é inevitável, você é fraco, submisso, fatalmente será subjugado por mim.O tempo está do meu lado, eu tenho todo o tempo do mundo.
- Você já se imaginou assim?
- Sabe o que eu imagino meu futuro? Me imagino chegando em casa depois de um exaustivo dia de trabalho, chegando na varanda, sorrindo para os vizinhos cinicamente e fechando a porta, depois abrindo a passagem secreta que leva até este lugar, o lugar onde eu guardo meu terrível segredo, eu entro então na sua cela, retiro sua mordaça e também meus sapatos, a partir dali não preciso dizer uma palavra sequer, você já se arrasta pelo chão e começa a lamber a sola de meus pés, você passa sua língua por toda extensão deles, chupa cada um de meus dedos, lambendo e sugando com apetite, seu único desejo é ficar ali sentindo eles em sua boca. As intermináveis horas que você passou sozinho no porão foram apenas esperando esse instante, a maior felicidade de sua existência agora é limitada ao momento em que tem permissão para passar sua língua na sola de meus pés, nada mais tem importância.
- Já imaginou alguém tão profundamente escravizado? Alguém que foi sequestrado, cruelmente aprisionado e ao final objetificado de tal forma, que fica feliz no humilhante ato de limpar os pés de sua algoz usando a própria língua? Você entende o grau de submissão deste ato? 
- É isso que farei com você Pedro!!!
Huntress então removeu as meias de seda de seus pés, e ordenou a Pedro, ao mesmo tempo que enfiava parte de seu pé direito diretamente dentro da boca daquela homem.
- Vamos lambe agora!!! Chupa! Passa tua língua neles! Isso! Sente bem o gosto deles! Te acostuma que agora este é o teu lugar! Lambe bem os pés da tua dona.
Pedro obedeceu, não resistiu, estava mesmo excitado não podia negar, se sentia já em profunda submissão naquele momento.
Huntress comandava com naturalidade e Pedro obedecia domado, com gana ele chupou e lambeu os pés dela o quanto pode e da melhor forma que conseguiu.
Em determinado momento Huntress interrompeu a cena já satisfeita com aquilo que viu.
- Bom menino.
Afagou a cabeça de Pedro.
- Muito bom trabalho, vai ganhar uma recompensa por isso.
Ela então recolheu do chão as meias de seda usadas, formando uma bola em sua mão. Em seguida ela enfiou aquela bola de meia, estufando a boca de Pedro, finalizando aquela mordaça com alguns pedaços da tradicional "silver tape" que ela gostava tanto de usar.
- Pronto, você tem algo para lembrar de mim durante as 14 horas que vai ficar mumificado. Pode ficar sentido o gostinho dos meus pés na sua boca.
Huntress deu um sorriso de prazer e complementou.
- Quase ia esquecendo de te contar, a pouco recebi uma agradável surpresa por email, era a resposta que eu esperava, meu pedido de licença remunerada foi aceito, então estou oficialmente pronta para ficar 24 horas com você.
- "O Guarda" vem me visitar daqui daqui a pouco, vou agradece-lo pelo grande favor e comunicar que os seus serviços não são mais necessários, mandarei lembranças suas.
Huntress então caminhou até um canto da sala, pegou algo de sua bolsa e voltou até Pedro, com cuidado e atenção ela encaixou protetores auriculares nos ouvidos daquele homem, e na sequencia usou um grande rolo de bandagem branca para vendar seus olhos.
Ela então deu dois passos para trás e ficou alguns minutos parada admirando seu trabalho, estava perfeito, do jeito que ela gostava, do jeito que ela imaginava, Naquele momento, era impossível esconder o imenso prazer que ela sentia por tudo aquilo. Por fim, ela recolheu suas botas e saiu caminhando descalça até a saída.
Pedro por sua vez sentia a intensidade daquele momento, não podia mover um músculo sequer, não podia falar, escutar ou enxergar, privado de todos os sentidos, estava aprisionado naquele casulo formado por filme plástico e fita adesiva, só era possível ouvir o barulho do próprio coração que batia rápido em seu peito, seu corpo estava quente, bastante quente, sentia apenas uma pequena brisa de ar em seu nariz, a única parte do corpo que havia sido deixada exposta. 
A mente de Pedro viajava longe, sentimentos se misturavam e era difícil manter o controle, pensamentos de medo, ansiedade, excitação, culpa, pânico, não era fácil assimilar aquela situação. Com dificuldade Pedro foi acalmando sua respiração e as batidas de seu coração foram voltando a normalidade. Não havia outra saída, não havia escapatória, tinha que aceitar, seriam longas horas, respirou fundo, tentou mover seus lábios sem sucesso, a cola da fita adesiva impediu, mexeu então sua língua por um instante com dificuldade, sentiu um leve gosto salgado em sua boca, que vinha da bola de pano feita com as meias de Huntress. O tempo então foi passando vagarosamente.
De súbito, o silêncio do casulo de Pedro foi quebrado, alguém removeu um dos protetores auriculares:
- Tenho que ser rápido, não posso ser visto aqui embaixo, sou eu, o Guarda, ela me confessou, Huntress me confessou os planos que ela tem para você, não posso falar agora, não há tempo, mas você precisa fugir daqui, as coisas são muito piores do que eu imaginava, vou dar um jeito de te tirar daqui, volto logo. 
Falando isso, o Guarda recolou o protetor auricular no ouvido de Pedro e desapareceu.
Pedro entrou em pânico, o que havia acontecido ali? o que o Guarda sabia afinal? O que aconteceria com ele? Seu nível de ansiedade chegou as alturas e partir daquele momento cada minuto parecia uma hora, Pedro só podia esperar e torcer.
Se passou quase uma hora, Pedro então sentiu que alguém o estava libertando daquele casulo, pode sentir que o filme plástico estava sendo cortado, no entanto, ele ainda permanecia amordaçado, vendado e impossibilitado de ouvir.
Pedro vibrou, só podia ser o Guarda, pois Huntress havia prometido que deixaria ele por 14 horas mumificado, enfim parecia que sua liberdade estava chegando.
Assim que suas pernas e braços foram libertos Pedro foi ajudado a ficar de pé, no entanto, algo que não fazia sentido aconteceu, com rapidez e habilidade, seus braços foram novamente conduzidos dentro das longas mangas de uma camisa de força, em poucos minutos ele já estava amarrado. Pedro ficou então confuso, quem seria aquela pessoa? seria mesmo o Guarda.
Pedro foi conduzido ainda vendado, caminhou diversos passos, sem poder ver ou ouvir, após não mais que 20 passos ele parou.
Sentiu então que sua venda estava sendo removida, a cada volta ele podia ver melhor os raios de luz, até que pode ver claramente a cena, na frente dele estava o Guarda.
Pedro arregalou os olhos e tentou falar: MMMMMMPPPPHHHHHHHHHHHMMMMHHHPPPPPHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
O Guarda, que também estava fortemente amordaçado, respondeu: MMMMMMPPHMMMMMPPPPPPPPPPPPMMMMMMMPHHHHHH
Pedro não podia acreditar no que estava vendo, o Guarda estava lá na frente dele, amarrado igualmente em uma camisa de força e amordaçado, ele estava preso no buraco de concreto do chão de uma cela, era o tal "Buraco" da cela ao lado.
Era possível ver o olhar de desespero dele ali preso no buraco de concreto, encolhido e apenas emitindo pedidos de ajuda abafados pela mordaça. 
Huntress que estava atrás de Pedro interrompeu a cena, colocou sua mão sobre o ombro dele e começou a falar por trás de sua cabeça, bem ao pé do ouvido.
- Era ele que iria te salvar Pedro? Não posso acreditar que você estava querendo escapar de mim, depois de tudo que me prometeu. 
Huntress então prosseguiu falando baixo no pé do ouvido de Pedro, mas com um tom de voz maléfico e ameaçador.
- Você traiu minha confiança. Aqui embaixo, no meu mundo, a "tentativa de fuga" é o mais grave de todos os crimes. E você sabe qual a punição para isso?
- Tentativas de fuga são claras quebras de contrato, quebras de confiança, você quebrou sua promessa comigo, o que faz com que eu possa quebrar a minha com você.
- Sua tentativa de fuga será punida com seu aprisionamento perpétuo, sim, é isso mesmo que você ouviu, se você, contra a minha vontade, tentou fugir antes do combinado, eu contra a sua vontade, vou te manter aqui. Não sinto mais qualquer obrigação em te libertar.
Ela retirou de seu bolso um pano embebecido em clorofórmio e apertou sobre o nariz de Pedro.
Pedro começou a ficar zonzo, viu que ia apagar, e as últimas palavras que ouviu de Huntress foram:
- Você é meu.
Tudo ficou escuro.
Sem saber quanto tempo havia se passado Pedro acordou, abriu seus olhos, estava deitado na cama de seu quarto, estava livre, e no primeiro momento achou que tudo não passava de um sonho, mas na medida que os segundos foram passando percebeu que tudo estava muito real, seu corpo estava um pouco dolorido, e aquilo que parecia surreal havia acontecido, estava livre e em sua casa.
Olhou em volta, não havia ninguém, não sabia como havia chegado ali. Até que encontrou um pequeno bilhete escrito:

"Caro Pedro, 
                  Parece que houve um pequeno mal entendido quanto ao seu sequestro, meu amigo o Guarda estava lá justamente para garantir que a cena correria tranquila, no entanto, fui pega de surpresa ao saber por ele que você prometeu coisas que não poderia cumprir, soube então que a partir daquele momento tinha obrigação de te libertar, mas claro, não antes de brincar um pouquinho com você, da próxima vez espero que tenha mais cuidado com aquilo que escreve ou promete para os outros, e espero que esta experiência tenha lhe servido de lição, pois você pode encontrar pessoas que não são tão boas quanto eu.
                  Ass.: Huntress."

Pedro ficou imóvel com a folha de papel na mão. Releu aquilo duas ou três vezes. Respirou aliviado. Havia acabado a experiência mais insana de sua vida.
Ele sorriu, prometeu a si mesmo que iria escrever aquela experiência, contar aquela história.
Ele sabia que nunca mais veria ela novamente.
FIM.

4 comentários:

  1. incrivel! so tenho isso a dizer! parabens!

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    1. Obrigado, é muito legal ler um feedback desses. Foi muito prazeroso escrever esta história, e é bom saber que leitores também gostaram de acompanhar este conto com o mesmo prazer.
      Temos a intenção de publicar mais histórias com esta personagem (huntress), vamos ver se será possível.
      Continue acompanhando o blog.

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  2. Adoraria ser sequestrado assim.......

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    1. Lembrando que este é um conto ficcional. :-)
      Que bom que gostou!

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