quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Bondage, Mumificação, "Loss of Control Lover".

Já nos primeiros dias de 2014, foi possível praticarmos bondage novamente, e foi maravilhoso, a cena foi registrada em fotos, que podem ser vistas abaixo.

Prometo, não ser detalhista em excesso quanto a forma de imobilização, então vamos resumir da seguinte forma: Era uma mumificação, em que eu estava preso com uma camisa de força, envolto em filme plástico e fita adesiva silver-tape. Minha cabeça estava enrolada com bandagens em privação total de sentidos. Amordaçado, vendado e usando tampões nos ouvidos.

Fiquei imobilizado desta forma por aproximadamente 1h:30min, o que significa que aos poucos nossas cenas tem evoluído de maneira a ficar mais longas e intensas.

Tenho compreendido melhor meus próprios limites de maneira a não excede-los, mas, no entanto, chegar próximo deles, ou flertar com eles.

Definitivamente minha obsessão "bondagística" é pela imobilização completa e absoluta, pela perda de total de controle. Lembrei de um artigo em inglês intitulado "A Top's Guide to Bondage Bottoms" que basicamente é um artigo muito interessante sobre a psicologia do bondage. Neste artigo os praticantes de bondage são divididos em categorias, de acordo com suas preferências, lendo a matéria, fica claro que me enquadro na categoria: "Loss of Control Lover", algo como, "Amante pela perda de controle".

A definição deste tipo de bondagista seria mais ou menos assim: "Amante pela perda de controle - Esta pessoa é muito diferente do escravo submisso. Eles não se submetem tanto ao Top (Dominante), como se submetem ao bondage. Eles querem se sentir o mais sem controle quanto possível. Eles vêem o bondage como o principal meio para fazê-los se sentir o mais indefeso e imobilizado quanto possível, e não como um fim em si mesmo. Eles muitas vezes amam bondage severo como a privação sensorial e mumificação. Eles podem julgar um capuz ou mordaça por sua eficácia, e não por sua aparência ou do material de que são feitos. Eles gostam de bondage inescapável e podem jogar sem uma palavra de segurança para acabar com a cena."

Se você se interessa pela psicologia do bondage recomendo ler o artigo completo.

S. tem feito cada vez melhor as imobilizações, com habilidade e segurança. Dou os feedbacks necessários, e ganhamos confiança para aos poucos evoluir nossas fantasias.

Dentre minhas fantasias digamos mais intensas de bondage severo, imagino que possamos evoluir para cenas mais longas, e chegar ao ponto em que tenhamos afinidade e experiência suficientes para jogar com segurança, até mesmo um jogo de sequestro entre nós.

Mas voltando a este jogo em particular, a imobilização ficou ótima pois estava firme, muito firme e segura, mas não tinha nenhum ponto que aperta-se a ponto de causar dor ou dificulta-se a circulação, o que fez com que fosse possível seguir a cena com tranquilidade.

A combinação da mumificação com a privação total de sentidos continua sendo para mim um incrível fator de excitação, se você esta neste fetiche entende o que quero dizer, pois quando você já esta completamente imobilizado, e chega na parte final, quando tampões são inseridos nos ouvidos, sua cabeça é embrulhada com rolos de bandagem, e por fim, voltas de fita silver tape são aplicadas sobre os olhos e boca, você entende que está verdadeiramente preso, preso de verdade.

E se você fez um bom plano, e tudo ocorreu conforme o previsto, você acabará fatalmente controlado em uma cena de bondage verdadeiramente inescapável. E é neste momento que meus níveis de excitação chegam nas nuvens. E foi exatamente isto que aconteceu.

Nos primeiros 45-50 minutos eu fiquei ali deitado, completamente imobilizado, S. estava deitada ao meu lado, minha excitação era muito grande, e S. que naquele momento estava se sentindo bastante dominadora, me provocava somente com palavras, mexendo com meus pensamentos, ela falava perto de meu ouvido sobre seus planos e desejos de me tornar cada vez mais submisso à ela, sobre comprar uma coleira, sobre ficar mais tempo preso no cinto de castidade, sobre comprar uma cinta peniana de qualidade para que eu pudesse finalmente penetrá-la sem precisar ser libertado do cinto de castidade. E também enfatizava com particular perversidade que a cinta com pênis seria usada por ela para me comer, e que eu deveria me acostumar com o papel de submisso dela, ser transformado em putinha dela. Fiquei ali preso, imobilizado, controlado por "S." sem poder negar por causa de minha forte excitação que ser o submisso dela definitivamente me excitava.

A restrição de minhas pernas foi removida, fui levado para a sala da casa, fiquei sentado no sofá por uns 20-30 minutos, até que um compromisso externo determinou que era hora de finalizarmos a cena, mas não antes de "S." fazer uma última brincadeira comigo.

Fui levado ao quarto novamente, todas as imobilizações abaixo da cintura foram removidas. Nesta altura, já me sentia bem confortável com a imobilização, e o tempo sentado no sofá havia me feito perder a ereção que havia permanecido ininterrupta por quase 60 minutos. Consegui pedir mesmo amordaçado que gostaria que meu pescoço fosse preso com o colar cervical, o que foi prontamente atendido, ela prendeu o colar ao redor de meu pescoço, com uma tensão média. A reação foi instantânea, o colar cervical combinado com a imobilização e privação de sentidos fez com que uma forte ereção volta-se.

Naquele momento, excitado pelo bondage, e preso daquele jeito, fiquei desejando, viajando em minhas selvagens fantasias, imaginava que ela havia me sequestrado, estava me imobilizando, colocando o colar cervical, e naquele momento eu protestaria, ela então pegaria o rolo de fita adesiva e reforçaria a mordaça, dando muitas voltas de fita sobre minha boca, voltas cruelmente apertadas, quanto mais eu protesta-se mais voltas ela daria me silenciando. Depois, abraçando meu corpo por atrás, ela colocaria a palma de sua mão tapando minha boca amordaçada. Na sequência falaria ameaçadoramente: "SSShhhhh, quieto, não mandei você falar. eu controlo você lembra?." Após falar isso ela reajustaria a tensão do colar cervical, agora mais apertado. A pressão dificultaria um pouco a respiração e seria difícil manter a calma. Ela então continuaria: "Tá vendo? O que você vai fazer agora? Quer reclamar? Você não tem escolha, não pode fazer nada. Não tem como escapar e acredite, ninguém vai te ouvir aqui, agora é só eu e você.".

Acordo de meus delírios com "S." baixando a minha calça para conferir minha ereção, ela ri ao notar o quanto estou excitado, e então me conduz para a cama, sou colocado deitado, estou de frente para ela, antes de acabar a brincadeira ela ainda quer me fazer uma surpresa. "S." pegou o vibrador do tipo "Magic Wand" e começou a vibrar sobre meu pênis, ela me estimulava muito, avisava que eu não tinha permissão para gozar, mas era difícil, eu estava muito excitado e em determinado momento retorci o corpo para fugir do vibrador, pois estava muito próximo de sucumbir. Ela se divertia, comandava a brincadeira, e não parava de me estimular. Em determinado momento entendi que ela iria me fazer gozar de qualquer jeito, resistir seria inútil, eu não tinha controle sobre isso, ela apenas se divertia mandando eu não gozar só para ver meu desespero. Em determinado momento ela passou lubrificante sobre pênis e começou uma punheta vigorosa, ao mesmo tempo que trabalhava vibrando sobre meu pênis de cima a baixo, descendo até entrada do ânus, naquele momento não pude mais resistir e gozei forte, após uma hora e meia em bondage, e com todas aquelas estimulações, meu gozo foi intenso e profundo, gozei muito, certamente um dos melhores orgasmos de minha vida. "S." confessou mais tarde que ficou impressionada com a quantidade de jatos de porra quente que saíram na hora do orgasmo.

Acabamos a cena, eu estava muito feliz com tudo, dei um beijo em "S.", disse que a amava e agradeci por aquele momento mágico. Ainda fiquei um tempo pensando em como eu era um cara de sorte.
Agora é claro já estamos pensando em como será a próxima vez.

Saudações de P. e S.

NOTA IMPORTANTE:  Bondage pode ser muito perigoso e possivelmente fatal, especialmente quando se pratica sozinho ou desacompanhado conforme descrito neste artigo. A descrição detalhada da cena e das experiências devem ser vistas apenas como entretenimento, e não deve ser visto de forma alguma como instruções informativas.



























2 comentários:

  1. Ficaria mais excitante se o corpo ficasse envolto dos pés até a cabeça...sinto muito tesão vendo o corpo feminino mumificado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, concordo, o corpo totalmente envolto sempre fica mais bonito. Já temos planos para que a próxima mumificação seja assim.
      Também concordo com você de que o corpo feminino mumificado é belo.
      Não deixe de visitar o nosso blog.
      Ass.: "P." e "S."

      Excluir