terça-feira, 25 de março de 2014

História de uma dominadora continuação.... (Parte 3)

Esta é a 3ª Parte da série "Conto de uma dominadora".

Observações: Foi escrito em forma de relato.
Conto de Ficção, escrita por P., envolve Dominação Feminina e Castidade Controlada.

As outras duas partes são:
Parte 1 - http://casalbondage.blogspot.com.br/2012/12/historia-de-uma-dominadora.html
Parte 2 - http://casalbondage.blogspot.com.br/2013/01/historia-de-uma-dominadora-continuacao.html

Conto de uma dominadora...

Parte 3

A escritora pediu uma pausa, já era final de tarde, estavam conversando a um bom tempo.
Se você me permite, gostaria de tirar um pouquinho só os meus sapatos, eles estão me matando. (disse a escritora)
Fique totalmente a vontade, sinta-se em casa por favor, assim que meu marido chegar eu mando ele te fazer uma massagem nos pés, vai te ajudar.
- Não! 
Ela respondeu.
- Morreria de vergonha.
Eu aposto que você não vai se arrepender, além do mais acho que vai ajudar você no seu livro, você está pesquisando sobre casamento, castidade, dominação, já teve um homem aos seus pés?
- Nunca tive.
Então hoje você experimenta ter um homem massageando seus pés, encare como uma experiência científica, para o seu livro.
Ambas continuaram a falar sobre vários assuntos e não tardou para ele chegar em casa.
O marido cumprimentou as mulheres cordialmente e antes que pudesse seguir em frente foi interrompido por uma ordem vinda de sua mulher.
- Faça uma massagem nos pés dela, agora!
Sem questionar um segundo sequer ele se ajoelhou na frente da escritora, pegou um de seus pés com a mão e iniciou uma massagem em sua sola.
Apesar da resistência inicial, assim que a massagem começou ela percebeu que aquela sensação era realmente muito muito boa.
- Como ele esta agora? a muito tempo sem orgasmos? - A escritora perguntou.
Não sei ao certo, deve estar perto de 100 dias eu acho.
- E ele fica sempre trancado?
Semanalmente eu retiro o dispositivo de castidade para limpeza e higiene por alguns minutos e depois recoloco.
Ele não pode ter ereções se é isso que você se refere.
- Tudo parte daquele contrato que ele assinou?
Exato tudo devidamente previsto em contrato.
A escritora sentou melhor na poltrona, mais relaxada e menos acanhada, estava surpresa em descobrir como era bom receber aquela massagem revigorante, era verdadeiramente prazeroso.
Então a dominadora retomou seu relato.
Após aquela experiência incrível que tivemos, isto aconteceu alguns anos atrás, castidade controlada passou a ser uma norma aqui em casa.
Como havia relatado ele ficou um dia destrancado, fizemos muito sexo, e também conversamos muito, afinal era preciso aparar as arestas, de meu lado eu já sabia que era aquilo que queria para minha vida, mas precisava ouvir da boca dele também, ter certeza que poderia ir em frente com aquilo tudo.
Questionei se ele havia gostado de sentir aquilo, ser controlado daquela forma, que eu poderia continuar o jogo, mas que seria como no contrato, deveria ser um sim irrevogável, e eu teria poder absoluto para o resto de nossas vidas como casal. E isso significava ter orgasmos controlados por um dia, um mês, um ano ou de forma permanente, ele teria que usar sempre um dispositivo de castidade, e eu teria a chave, somente eu.
Como havia imaginado ele confessou que havia amado a experiência, que havia sido incrível para ele também, que ele havia realizado uma fantasia que sempre teve e queria ir em frente. Aquele dia me deixou ainda mais confiante de ser e viver da forma que eu gostava, e de meu papel como dominadora e dele como meu submisso.
E aquele foi o último dia em que ele ficou mais do que algumas horas destrancado, e isso já faz alguns anos.
Hoje em dia orgasmos são eventos raros para ele, sinceramente não vejo motivos atualmente para conceder-lhe orgasmos, tenho inclusive lido textos interessantes sobre mulheres que defendem a possibilidade de negação de orgasmo permanente, começo a perceber que esse é o fim inevitável de nosso jogo.
Penso nisso, e a ideia me excita muito, o poder do controle sobre ele, pensar que tenho poder tão grande nas mãos, uma vontade minha, um simples capricho, a negação final do prazer de um orgasmo, ficar eternamente excitado e sem alívio, trancado e controlado no meu mundo, tendo acesso ao meu corpo, meu sexo, meus seios, meus pés, tudo que eu sei que excita ele, preso e excitado, seus instintos naturais sempre lembrando ele da vontade de gozar, seu pênis gotejando sêmen, mas sem chance de um orgasmo completo, sem alívio.
Você já se imaginou viver assim? ou ter uma pessoa sobre seu controle vivendo assim, presa com você, eternamente excitada por você, escrava de você, alguém tão excitada com sua presença, que o simples pedido para limpar a sola de seus pés com a língua é considerado um presente divino? 
Se você pensar e entender, não precisa ter culpa, algumas pessoas nasceram para mandar e outras gostam de obedecer, é só aceitar a natureza seguindo seu curso natural, já falei uma vez, no mundo ou você controla ou é controlada, eu não nasci para ser submissa de nenhum homem, então eu controlo ele.
Eu sempre controlei minha vida, controlei minha casa, controlar o sexo e por fim meu marido foi só uma consequência natural, e isto me libertou, sou uma nova mulher. Nunca mais aceitaria uma relação conjugal sem que eu pudesse ter meu marido em castidade controlada.
A escritora então perguntou: "No entanto, você afirma que ele ainda tem orgasmos de tempos em tempos, nestas ocasiões você destranca ele? são permitidas ereções? você faz ele gozar enrabando ele?"
"Não, não, em muitas oportunidades depois daquela história que relatei ele foi destrancado para gozar, mas aquela situação de faze-lo gozar trancado no cinto e sendo penetrado eu já repeti outras vezes..."
"Da última vez que ele gozou, por exemplo, ele estava com o pau ereto em minha boca e chupei ele até o orgasmo." 
A escritora retrucou: "Uma dominadora ajoelhada chupando o seu escravo? Ele gozou na sua boca? Isso não me parece uma atitude muito dominante."
"Bom, depende das circunstâncias e do ponto de vista, posso lhe garantir, que naquela situação era eu quem dominava a cena."
"Pode me contar um pouco mais?" Disse a escritora.
A dominadora olhou de relance para o seu marido que estava ruborizando e seguiu falando.
"Tudo começou seis meses atrás, era aniversário dele, e seu presente era um orgasmo de livre escolha, era um presente especial, pela primeira vez em muito tempo, ele poderia escolher as circunstâncias de como seria o seu gozo, e o seu desejo foi bastante atrevido, ele teve audácia de pedir um gozo com sexo oral, ele queria gozar na minha boca e ainda por cima, queria que eu engolisse seu sêmen."
"Acho que a vontade de gozar havia lhe subido a cabeça, talvez ele tivesse perdido a noção do perigo, fui pega de surpresa, mas resolvi seguir em frente, era o aniversário dele, tive que pensar rápido, improvisar uma maneira de manter a minha promessa, mas virar o jogo."
"Eu disse que engolir sêmen estava além dos meus limites, ele insistiu, argumentou que ele também havia superado muitos limites (o que era verdade), e que aquela era a sua fantasia."
"Estava ficando sem opções, mas então tive uma ideia."
"Resolvi negociar, disse que precisava de tempo para me preparar, que eu até poderia chupar ele ao orgasmo no aniversário dele, mas que não queria engolir."
"Tentei então dar a ele o melhor boquete de sua vida, fiz ele enlouquecer, ele gozou muito na minha boca, então corri até o banheiro, cuspi tudo em um copo e voltei para conversar."
"Mostrei o copo que tinha uma quantidade enorme do gozo." "Olha isso, você quer que eu faça isso mesmo? Engula tudo?"
"Ele titubeou por um instante mas seguiu dizendo, sim." 
"Certo, tudo bem, tudo tem um preço."
"Fazemos assim, você fica trancado por no mínimo 60 dias, nestes 60 dias você não terá ereções, e dispensaremos a faxineira, você fará todas as tarefas extras em casa, quando vencer este prazo, a gente vai brincar, você vai realizar uma fantasia minha, e então, eu realizo a sua, estamos conversados?"
"Só posso dizer que nestes 60 dias a casa ficou impecável, aproveitei e abusei o que pude dele. Ele estava muito obediente, até mais do que de costume."
"Quando chegou o dia lembro muito bem que ele estava radiante, não tinha a mínima noção do que eu havia preparado para ele, chegava a hora de fazer ele pagar o preço, por ter ousado desejar aquela fantasia pervertida comigo."
"Coloquei uma bela camisola de lycra preta, a preferida dele."
"Posicionei ele deitado na nossa cama, e imobilizei seu corpo, cada extremidade amarrada a uma ponta da cama, pulsos e tornozelos presos aos pés da cama com cordas, de maneira que ele ficou lá exposto, de barriga para cima, esticado e pelado."
"Amordacei ele com um grande pedaço de fita adesiva "silver-tape"."
"Então finalmente abri o cinto de castidade, seu pau inchou rapidamente em uma vigorosa ereção. É sempre incrível ver algo assim quando você deixa seu homem preso por muito tempo, o tesão acumulado é realmente impressionante."
"Falei então que a minha fantasia era de brincar com cubos de gelo, se ele concorda-se em brincar, ao final eu realizaria a fantasia dele."
"Ele prontamente concordou, é incrível como homens excitados aceitam tudo facilmente."
"Busquei então uma forma com cubos de gelo, e comecei a passar, esfregar os cubos sobre sua pele nua, sobre seus mamilos, pernas, eu brincava com as sensações, beijava seu corpo, lambia as gotas de água, estava deixando ele realmente louquinho."
"Confesso que foi muito excitante, mas tudo até aquele momento havia sido friamente preparado, literalmente."
"Depois de muito excita-lo, eu disse que estava chegando a hora, faltava pouco para realizar a tão sonhada fantasia dele."
"Caminhei até a geladeira, busquei outra forma de gelo que havia separado, depois voltei até o quarto, e com carinho descolei a mordaça por um instante, beijei seus lábios ardentemente, um demorado e gostoso beijo de língua, e quando sua boca ainda estava aberta pedindo mais um beijo eu deslizei a pedra de gelo por entre seus lábios, ainda sorrindo, eu colei novamente o grande pedaço de silver-tape selando sua boca. Pronto ele estava amordaçado novamente."
"No mesmo instante, escorreguei meu corpo por entre as pernas dele, até que minha boca ficou posicionada a centímetros de seu pau ereto, agarrei o cacete e comecei a punhetar aquela vara, ao mesmo tempo em que falava, olhando diretamente para os olhos dele."
"- Lembra aquele monte de porra que eu cuspi dentro de um copo? Eu não joguei fora, ao invés disso fiz um cubo de gelo, adivinhe onde esse cubo de porra esta agora?
"A reação dele foi imediata, seus olhos esbugalharam, ele contraiu o corpo contra as cordas, e deu para ver que a pedra de gelo, dançou dentro de sua boca, mas a imobilização e a mordaça seguravam tudo exatamente no lugar."
"Continuei falando e punhetando ele: Sim, eu também tenho fantasias, a minha hoje é igual a sua, também posso fantasiar você engolindo sêmen. Então esse é o trato, você engole essa pedra de gelo, todinha, e eu te faço um boquete e engulo toda a sua porra, não deixo nem uma gotinha cair."
"Naquela altura era possível ver que a pedra de gelo começava a derreter na boca, e ele claramente sentia o gosto, havia percebido que o que eu falava era real. Não demorou mais do que 30 segundos para o desespero bater. Ele suplicava na mordaça."
"Eu não consigo entender o que você quer dizer, primeiro engole o que você tem na boca, depois você fala" 
Deixei passar mais alguns segundos e emendei:
"Você quer cuspir?" Ele então balançou a cabeça freneticamente, sinalizando que sim. 
"Se você não realizar a minha fantasia eu não realizo a sua, você quer cuspir ou engolir?"
Lembro que os olhos dele eram de pânico, pois enquanto aquela conversa se estendia, a pedra de gelo lentamente derretia, e era claro que ele estava acumulando tudo dentro da boca, desesperado para cuspir.
"Você quer cuspir?" A resposta veio novamente com acenos de cabeça desesperados.
Sem dizer mais nada me grudei no pau dele e comecei a fazer um boquete, não demorou muito para conseguir faze-lo alcançar o orgasmo, ele gozou bastante dentro da minha boca. Quando ele acabou de gozar eu olhei nos olhos dele e cuspi toda a porra dentro de um copo plástico. Logo em seguida, cortei as cordas que seguravam seus pulsos e desfiz a mordaça, ele então cuspiu tudo também, dava para ver a cara de alívio dele.
Antes que ele pudesse falar qualquer coisa eu não perdi tempo, peguei o dispositivo de castidade e sem demora, tranquei o pau ainda flácido dele na apertada gaiola, o cadeado fez "click" 
Ele ficou surpreso, já que raramente tranco ele tão rápido, geralmente deixo um período de descanso de uns 30 a 60 minutos, mas naquele noite era diferente, e eu ainda não tinha acabado.
Olhei bem nos olhos dele, mandei ele se deitar na cama com a bundinha para cima. Naquele momento, ele começou a entender o que estava vindo.
Abri a gaveta e peguei a cinta peniana que já estava previamente preparada, vesti ela, agarrei aquele cacete de borracha com a minha mão e mostrei para ele.
Com um sorriso sádico no rosto, exibi o copo plástico que agora estava lotado com seu gozo. Mergulhei dois dedos fundo no copo e espalhei uma boa porção de porra diretamente no ânus dele, lambuzei todo o anel dele até deixar bem lubrificado.
Passei uma vasta camada de sêmen em toda a extensão daquele cacete de borracha. 
Agarrei ele pela cintura e fui enterrando aquele pinto na bunda dele, com jeito e paciência, fui empurrando até que consegui alojar tudo dentro dele.
Dei uma estocada, e ainda agarrada, segurando ele pelas ancas, falei em seu ouvi, "Ainda tem fantasias sexuais envolvendo sêmen meu amor?"
Lembro muito bem das palavras dele "Não minha rainha!"
Depois disso continuei socando nele ao mesmo tempo que brincava de "vibrar" meu sexo com um massageador, rapidamente explodi em um maravilhoso orgasmo.
A escritora surpresa anotava cada detalhe do acontecido.
A dominadora então olhou novamente para a escritora e perguntou: "Ainda resta alguma dúvida de que chupar o pau dele pode ser uma atitude dominante?"
A escritora respondeu: "Nenhuma, dúvida." E em seguida com a ponta de seu pé cutucou o homem que ainda estava lá ajoelhado na frente dela. "Não pare a massagem!"

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