segunda-feira, 26 de maio de 2014

Bondagistas preferem os vilões!!!

Heróis e Vilões:

Quando pequenos vivemos praticamente no mundo da imaginação, e através de livros e filmes somos expostos as mais variadas histórias de fantasia, aventuras de heróis e vilões, no entanto, para cada indivíduo, determinados trechos ou situações são mais marcantes e chamam mais a atenção...

Desde cedo, sempre fui fascinado por situações onde o herói acabava amarrado, capturado, lembro que muitas destas cenas marcaram minha mente e posso lembra-las até hoje. Na época não havia nada de erótico ou sexual envolvido, no entanto hoje, posso entender, que aquela fascinação eram os primeiros sinais de que mais tarde, eu me tornaria um bondagista, algo que só fui entender plenamente já quando adulto.

Lembro que eu imaginava, adorava brincar e também encenava situações em que eu estava amarrado, era puramente inocente, sem qualquer maldade ou segunda intenção, apenas e tão somente diversão infantil, uma brincadeira prazerosa, eu só gostava de ficar assim, ponto.

Desta forma, como não era possível brincar frequentemente do que eu mais gostava, assistir cenas de "amarração" na televisão sempre eram um momento especial. E no decorrer dos anos, fui colecionando em minha mente as situações que mais gostei ou fantasiei.

Em primeiro lugar adorava o antigo seriado Batman estrelado por Adam West, eu tinha pelo menos dois bons motivos para isso, primeiro é claro, as famosas capturas, as armadilhas que frequentemente capturavam os heróis. Em segundo lugar, os uniformes e roupas da série, já naquela época, gostava de roupas de lycra, roupas coladas no corpo, algo estilo "Zentai", e quase todos naquele seriado, heróis e vilões(ãs) se vestiam dessa forma.

Agora minha personagem preferida é claro, não podia ser outra, a Mulher Gato, estrelada na época pela linda "Julie Newmar", que usava uma figurino que até hoje povoa as fantasias de muitos marmanjos, mesmo os não bondagistas....




Esta cena em particular era a minha preferida, ela tinha batman (e na minha cabeça eu me imaginava como batman), amarrado pela Mulher Gato, a parte ruim é que depois ele conseguia escapar e prendia ela, que droga, eu genuinamente torcia por ela, pela vilã, torcia para que ela não fosse presa e mantive-se ele amarrado. 

Heróis não amarram ninguém, no máximo prendem até a "polícia" chegar, já os vilões e vilãs, estes sim adoram amarrar. Podemos afirmar que ser um bondagista tem dois lados, os que gostam de amarrar e os que gostam de ser amarrados. Os que gostam de amarrar, tenho certeza, sempre se imaginavam nas fantasias como vilões, já quem gostava de ser amarrado, queria ser o herói, mas adorava os vilões, pois somente estes podiam amarra-los. Brincadeiras de "polícia e bandido", "cowboy e índio", não passavam de jogos de crianças, momentos divertidos, no entanto, para algumas que mais tarde se descobririam bondagistas, aqueles foram momentos memoráveis.

Seguindo a lista de minhas lembranças, temos a Malévola capturando o príncipe, imagino que ela daria uma bela Dominadora...


O que dizer do Homem Aranha, roupa colante e o poder de lançar teias que podiam, prender, amarrar, amordaçar, até mumificar, seu reportório era quase infinito. Gostava de me imaginar sendo o homem aranha, mas capturado, igual a esta foto. Fico imaginando como não seria legal uma vilã aranha, uma bela mulher trajando lycra e lançando teias, só que digamos "malvada" e "dominadora".



Por fim, também lembro do memorável artista e mágico Harry Houdini, que na foto abaixo aparece sendo amarrado dentro de um "Mailbag", aqueles sacos de correio que se usava para transportar correspondência. A clássica performance, camisa de força, correntes, cadeados e depois preso dentro do saco, para seu grande ato de escapar. Em minha imaginação não havia interesse na parte de escapar, na verdade, a minha fantasia era um pouco diferente, preferia pensar como um "Artista de Escape" que não conseguia escapar, que estava perfeitamente seguro de maneira que era impossível se soltar sozinho.



Todas essas são lembranças de minha imaginação em uma época mais inocente, mas eram nada mais que sementes da minha personalidade, muito tempo depois, quando adulto estas memórias poderiam ser entendidas de maneira correta.

Me tornando "Submisso":

Quando o tempo e a ocasião permitem, "S." e eu praticamos cenas de dominação e bondage, no entanto, estas nem sempre são frequentes como gostaríamos, mas semana passada, conseguimos alguns momentos para brincar. Não tenho boas fotos, farei apenas um texto breve para compartilhar com os leitores o nosso momento.

"S." sempre faz questão de dizer e frisar que quer me tornar cada vez mais submisso, que meu caminho natural é me tornar cada vez mais submisso a ela. Como dominadora ela acredita que me transformar em "putinha dela" (palavras dela), é parte natural desse processo, então ela poder vestir a cinta com consolo, me colocar de quatro, e me foder de verdade, é parte muito importante no meu caminho de submissão.

Confesso que não tenho grandes prazeres anais, digo não tenho fantasias relevantes sobre essa região do corpo, não obstante o dito, eu tenho muito prazer e excitação com a simbologia do ato, a humilhação e a dominação envolvidas em uma inversão. Em minha cabeça esse momento é muito poderoso, a submissão envolvida nesta ação, portanto "S." tem plena razão ao pensar que quando ela me come, sim, me torna mais submisso a ela.

Outro dia, começamos com uma sessão de bondage diferente, havia pelo menos duas diferenças que já mostravam que naquele dia tudo seria desde o começo, direcionado para minha submissão.

Eu estava, como sempre, preso em minha camisa de força e mumificado, mas por debaixo do casulo, duas diferenças que não eram perceptíveis ao olho desatento, eram bastante perceptíveis para mim. Primeiro meu pau estava preso no cinto de castidade, cadeado na gaiola, mole, não era possível ter uma ereção, além disso, na minha bunda estava um butt plug, seu tamanho era médio, mas ele estava lá firme e tinha o único propósito de preparar, acostumar o meu anel para o que viria mais tarde.

Era uma sessão de bondage como outro qualquer, eu estava acostumado, no entanto, as duas diferenças já mudavam meu ânimo, eu realmente já estava me sentindo mais submisso desde o começo. Após me deixar lá sozinho por talvez uns 40 minutos, ela apareceu já vestindo a cinta peniana, não sei se eram meus olhos, ou a situação, mas ela realmente parecia mais dominadora do que nunca.

Ela então brincou comigo, me fazia lamber, beijar e chupar seus pés, pisava na minha cara, me fazia chupar o consolo de sua cintura, eu havia me tornado seu capacho. E parecia adorar aquilo tudo. De minha parte, na medida que a situação foi avançando, mais submisso eu ia me tornando.

Não demorou muito tempo para que eu fosse colocado na beira da cama, ainda de camisa de força, já com a cabeça daquele consolo forçando a entrada na minha bunda. Meu pau ainda preso no cinto de castidade, me deixava ainda mais impotente, emasculado. Ela mandava eu abrir mais ainda as pernas e deixar ele entrar, enquanto ia brincando comigo, me conduzindo ao inevitável momento da penetração.

Ela não teve pressa ou queria me machucar, mas deixou claro que iria me comer de verdade. Era possível entender naquele momento a simbologia do ato. Se eu suplicava por dominação e era seu submisso, então deveria ser daquele jeito, se ela era minha dona marcaria sua propriedade, e nenhum ato seria mais intenso para mostrar quem manda do que me colocar de bunda para cima e me comer.

E assim aconteceu, ela foi brincando com o consolo, que por sinal era um pouco maior que meu pênis. Até que em determinado momento, estava com ele todo socado na minha bunda, tornando o momento oficial, a medida que ela fazia os movimentos de vai e vem, movendo a cinta peniana com sua cintura, eu havia me tornado sua putinha.

Lá estava ela marcando sua propriedade, e parecia que a cada instante gostava mais. Eu tentava me adaptar ao papel de submisso, no entanto, no começo era difícil com aquele consolo todo dentro da bunda, a situação era diferente, de certa forma agoniante, não era realmente prazerosa, digamos que não sei ter prazer anal, ou talvez não aprendi ainda, com meu pau dentro da gaiola, não havia escolha. Meu prazer como submisso ali era aprender a dar a bunda para ela, dar prazer a minha dominadora, minha dona.

E assim, a brincadeira continuou por alguns minutos, era possível ver que com o passar do tempo, minha bunda ia acostumando com o consolo e era mais fácil me comer, ainda que não estava fácil para mim. Em determinado momento, ela pegou com suas mãos as laterais de minha cintura, minhas ancas, eu estava na posição de cachorrinho, e ela estava me comendo exatamente como eu fazia com ela. Foi um momento poderoso ali estava marcado seu território, eu me sentia verdadeiramente submisso.

Então ela parou, aposto que queria continuar, mas resolveu facilitar minha primeira vez. Eu fiquei aliviado, adorei a cena, mas tenho muito o que aprender sobre prazer anal e fazer melhor meu papel de submisso. Escrever e lembrar daquele momento me deixa excitado ainda agora. Lembro que quando começamos a brincar com buttplug/consolo no ano passado, na primeira vez também não foi prazeroso, eu estava nervoso, mas depois, em outras brincadeiras foi cada vez melhorando. Com a cinta peniana não deve ser diferente. Para falar a verdade, com a excitação de escrever estas linhas, juro que se agora ela viesse-se vestindo a cinta com consolo, eu tiraria a roupa e iria correndo para o quarto com ela. Isso só pode significar uma coisa, que na verdade amo ser cada vez mais o submisso dela.

P. e S.

Um comentário:

  1. sou doido por essa serie do batman... pois ele era preso por muitas vezes... amo seu blog...

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