terça-feira, 5 de agosto de 2014

Você só pode gozar trancado!

Já fazia algum tempo que “S.” e eu não brincávamos para valer castidade controlada com negação de orgasmos, então resolvemos que era tempo de expandir um pouco mais meus limites e nossas práticas.

Discutimos alguns pontos e então “S.” aceitou minha castidade nos seguintes termos:
- O tempo mínimo sem orgasmos para mim seria de 15 dias;
- Neste tempo eu deveria levar “S.” ao orgasmo no mínimo em 5 dias diferentes; e
- Eu deveria fazer um número considerável de serviços domésticos durante meus dias de castidade.

Então o jogo começou comigo alternando momentos no dispositivo de castidade, com outros momentos livre.

Cabe aqui esclarecer que na prática, por motivos profissionais não seria possível usar o cinto de castidade no trabalho em todas as ocasiões, e também pratico esportes regularmente, desta forma, nosso jogo de castidade controlada também se baseia em confiança, ou seja, a dominação dela sobre mim e minha palavra de submisso.

Enganá-la, tentar gozar escondido é algo impensado, o que me controla é “S.” e não o dispositivo de castidade, ter o privilégio de ser submisso e marido dela é um presente único. Trair a sua confiança e suas ordens só me traria o pior dos cenários. “S.” por punição não mais desejar me dominar. Em nossa dinâmica de Dominação e Submissão, muito mais forte que o cadeado que prende o dispositivo de castidade está o poder de dominação que ela exerce sobre mim.

Como já tenho alguma experiência com castidade, passei pelos primeiros 5 dias com relativa tranquilidade, no entanto, a partir deste ponto, e a medida que a excitação ia aumentando sem chance de alívio, entendi que era necessário deixar minha mente livre de pensamentos torturantes.

Em certo ponto me lembrei da experiência com long term bondage, ou seja, qualquer atividade de longa duração acaba sendo um pouco como correr uma maratona, é uma prova de resistência, não existe tanto glamour assim como se imagina, mas a recompensa final de passar na linha de chegada é muito gostosa e gratificante.

Depois de uma semana, já notei que meus testículos estavam inchados e um pouco doloridos, era o acúmulo de esperma, também foi nítido perceber que com o passar do tempo eu estava mais alerta, mais disposto, meu sono era mais leve e acordava mais a noite.

Em determinado ponto percebemos que não seria possível, por questão de tempo livre, cumprir todas as tarefas domésticas que havíamos planejado, então era necessário adaptar o plano, que sofreu a seguinte alteração:
- Os serviços domésticos foram deixados de lado, no entanto, havia um preço a pagar, a partir do 15ª dia, eu poderia gozar desde que estivesse com meu pênis trancado no dispositivo de castidade, e não havia alternativa, os dias passariam até que eu estivesse desesperado o suficiente para gozar mesmo com meu pau dentro do CB-6000S, poderia ser no dia 15, 16, 17, 25, 30.... só dependia agora de mim... eu deveria gozar assim como nos vídeos de internet que assistimos de escravos desesperados gozando dentro de seus cintos de castidade.

“S.” assistiu um vídeo em particular que lhe chamou a atenção, nele havia um escravo amarrado, costas para o chão, tornozelos amarrados as próprias coxas, ele tinha um buttplug enterrado em seu ânus e seu pau estava trancando em um dispositivo de castidade do tipo CB-6000, a dominadora então o estimulou até que ele gozou daquela forma mesmo. “S.” não teve dúvidas e disse “Você vai gozar assim trancado, igual aquele cara, da mesma maneira que ele, se você quer ser meu escravo é assim que você vai gozar para eu ver.”

Os últimos dias então se passaram sem que eu percebesse que era possível aguentar tão bem, sim eu estava muito excitado, tive até sonhos eróticos e por um instante achei que poderia ter uma polução noturna, mas no fim das contas, aprendi bastante sobre castidade de longa duração com a experiência, começo a pensar que seria possível ir muito além de 15 dias, quem sabe 30? seria insanidade fantasiar 60?, como eu reagiria a uma experiência de 90 dias? E se um dia “S.” me pedisse 180 dias ininterruptos de castidade? mas vamos devagar, bem mais devagar, cada passo de uma vez, e todos eles sobre o comando de “S.”.

Chegado o grande dia, arranjamos tempo livre para montar o cenário imaginado por “S.”, decidimos filmar aquele momento, registrá-lo para o blog, seria legal compartilhar a experiência, com os leitores. Antes que eu pudesse perceber, já estava deitado na cama, barriga para cima, com meus braços amarrados em nossa camisa de força, minhas pernas foram amarradas dobradas e separadas, parecia as pernas de um peru sendo preparadas para fazer um assado de natal, na sequência "S." sem qualquer cerimônia ou aviso, apenas lambuzou meu anel e também a ponta do buttplug antes de inserir ele até o talo dentro da minha bunda, aquele ato físico, aquele momento tinha grande simbolismo e efeito psicológico sobre os nossos papéis sexuais de dominação e submissão.

Após 15 dias privado de orgasmos, eu finalmente teria a chance de chegar ao clímax, mas seria sob as condições de "S.", seria o orgasmo de um submisso, meu pênis ficaria trancado o tempo todo, incapaz de uma ereção plena, meu ânus preenchido com o buttplug, e assim, nestas condições eu gozaria, deveria me acostumar cada vez mais com minha condição de escravo.

Como vocês podem acompanhar no vídeo abaixo, ela foi trabalhando com a sua mão, seu pé e seu vibrador, rapidamente eu estava total e completamente "em suas mãos", a excitação era muita, e então, depois de brincar um pouco com a minha situação, ela resolveu pegar mais pesado, usando sua mão esquerda ela tapou minha boca, e com o vibrador em potência alta plantando por entre minhas bolas, ela começou a falar e brincar com a minha mente.

Lembro que estava muito muito excitado, muito perto de gozar, mas não conseguia chegar lá, meu pau não ficava duro, e estava preso na capsula plástica, então não havia como tocar nele. "S." então aproveitando o momento começou a falar comigo, dizia ela que não havia problema, que pelo jeito eu não "queria" gozar, me alertou que se eu não conseguisse gozar eu permaneceria trancado, e ela faria aquilo comigo todos os dias. Por fim, me avisou que eu teria só mais alguns minutos para conseguir gozar antes que ela desligasse o vibrador e fosse buscar a cinta com pênis, ela disse então que iria me comer feito uma putinha, e que assim era a vida de escravo.

O que ela estava fazendo naquele momento e com muita eficiência era o legítimo "mind fuck" estava fodendo com a minha cabeça, e então "BANG", subitamente aconteceu, o somatório de tudo aquilo foi demais: da situação, do bondage, do plug, do cinto de castidade, da mão de "S" tapando minha boca, do significado das palavras dela. Eu estava gozando finalmente, e estava gozando muito, e exatamente da forma como ela havia planejado.

Vejam o vídeo:

Guardamos essa foto de lembrança:


Após essa experiência bem sucedida, "S." decidiu que era hora de seguir em frente, portanto, neste momento, me encontro novamente trancado, desta vez, serão 20 dias sem orgasmo, depois terei uma pequena pausa (3 dias no máximo), antes de iniciar uma jornada de 30 dias sem orgasmo. Segue valendo a regra de que o primeiro orgasmo, após um longo período de castidade, deverá sempre ser trancado e da forma mais submissa possível. Não sei ao certo, como será esta experiência, mas pretendo compartilhar aqui no blog, somente fui alertado que desta vez, muito diferente do passado quando eu adorava gozar na boca dela, terei que enfrentar a realidade de que quando eu chegar ao orgasmo, devo estar pronto para receber o meu gozo, só que agora dentro de minha própria boca. Mas essa história vai ficar para uma próxima vez.

15 comentários:

  1. Parabéns pela experiência. Continue postando.

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  2. Ótimo vídeo, gosto muito desse mundo BDSM , amo ser escravo de minha esposa. E gosto de saber que a pessoas que compartilham o mesmo desejo. Abraços e realmente continue postando.

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  3. Excelente video e relato. Parabéns pelo blog.
    Mas tenho que discordar com um detalhe: No meu ponto de vista, nenhum escravo sexual merece confiança quanto a privação de orgasmos. A vontade de gozar após 15 a 20 dias trancado é gigantesca e incontrolável. Um pinto destrancado pode gozar quantas vezes quiser e a Dona dele não ficará nem sabendo. Logo acho que a sua Dona deveria sim te obrigar a usar o cinto 24 horas por dia.
    Quando ao problema do trabalho e dos esportes, tenho duas ideia se a sua Dona gostar:
    1) Compre um cinto de castidade de couro para usar nesses momentos. Ele é mais facilmente disfarçável por baixo das roupas. Não impede totalmente o gozo, mas pelo menos a sua Dona ficará sabendo, se isso vier a acontecer e te dará uma bela punição.
    2) A segunda ideia (e particularmente acho mais interessante e excitante) é a sua Dona te obrigar a usar o CB-6000 mesmo. Se você pratica esportes ou sua calça no trabalho é justa, não é problema dela. O pinto e o gozo são dela e ela precisa zelar pelo que é dela. Logo, você que se preocupe em disfarçar...

    Novamente parabéns pelo blog. Está ficando cada dia melhor. =D

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    1. Olá João Carlos, obrigado!
      Entendo seu ponto de vista, e sim, temos planos para evoluir ao ponto de ficar trancado 24/7, no entanto, no momento atual de nossas vidas e limitações impostas, acabamos optando por um jogo mais soft.
      O que estava acontecendo das últimas vezes era que tentávamos 24/7 e sempre acontecia algo para atrapalhar a continuidade do jogo, seja por assaduras, bolhas ou machucados pelo uso contínuo do dispositivo de castidade, seja por necessidades de passar por detectores de metal/raiox, necessidade de usar trajes de banhos, etc... então reiniciamos por enquanto com essa abordagem mais aberta, para evoluir com o passar dos meses ou anos de volta para algo hard, inflexível.
      Por mais incrível que pareça, é possível sim ter controle. (eu mesmo me surpreendi)
      Não me adaptei ao birdlocked.... então continuo com o CB-6000S genérico, comprei outro dispositivo da china, de metal, vamos ver como será.
      E o seu blog João Carlos? curtimos ele, e ficamos sempre esperando novas postagens.
      Obrigado pelos carinhosos elogios ao blog.

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  4. Excelente blog, parabéns pelas postagens e por relatar as experiências! Só senti falta do audio original no vídeo, traria mais excitação ao momento!

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    1. Obrigado! Com relação ao aúdio, a eliminação ou substitução do audio original foi algo deliberado, não temos intenção de colocar audios originais. Ou colocar qualquer outro elemento que permita a identificação. Manter o anonimato é algo muito importante para nós.

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  5. Qual a sensação no sentido de praZer, em goZar com o pau mole?

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    1. O pau não está totalmente mole, mas também não consegue endurecer por causa do dispositivo de castidade, não existe espaço para crescer. A sensação que tive neste orgasmo em particular foi algo no meio termo entre um orgasmo completo e um orgasmo arruinado. Senti prazer enquanto ejaculava, (até porque fazia muito tempo que não ejaculava), mas como ele estava preso e impedido de endurecer por completo, ao não ser estimulado diretamente no momento do clímax (estímulo direto no pênis), tive com certeza diminuído ou limitado o prazer. Bom, tudo foi pensando e planejado para ser o orgasmo de um submisso, era para ser humilhante, o prazer do escravo então era um ponto irrelevante, mas foi humilhantemente gostoso e memorável.

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    2. Parabéns o importante e o prazer dela

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  6. q show gozar assim, acredito q deve ser uma sensação de gozo melhor do q aquele feito de modo tradicional ( pau duro ) sem contar o fator psicológico q conta muito... se o cara goza uma vez assim não quer saber de gozar de outra forma...

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    1. É uma experiência intensa, pode ter certeza.

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    2. E vcs ainda praticam esse gozo dentro do cinto de castidade, e se já, quanto tempo foi o máximo que conseguiu ficar assim até gozar?

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  7. Boa noite, esse post tem haver com minha pergunta. Acompanho o blog de vocês há muito tempo e gosto muito do conteúdo. Queria saber em todos esses momentos juntos qual tempo que teve conforto suficiente com o cinto. Já mudei de cinto 3 vezes, hoje tenho um HolyTrainer V2 e estou há 30 dias sem gozar e trancado, somente saindo com supervisão. Queria ter uma ideia de tempo ou se conhece casais que atingiram grandes períodos. Obrigado

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