quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A Revanche de "S"

No final do texto "Brincadeiras de verão" eu havia confessado que perdi uma aposta sobre "Aguentar não gozar em 10 minutos...", pois bem, esta é a história.

Depois da virada do ano, no começo de janeiro, tivemos tempo para marcar uma revanche, as regras continuavam as mesmas, eu iria ficar lá amarrado, preso, e "S." teria 10 minutos para me excitar até o orgasmo, minha tarefa era resistir:
- Eu só precisava resistir os 10 minutos, para ganhar meu precioso prêmio, "S." me daria um boquete completo até o orgasmo, eu iria gozar na boca dela, e ela seria obrigada a engolir tudinho, cada pingo.
- No entanto, se eu gozasse antes do tempo dos 10 minutos, quem teria que engolir porra era eu, não ela.

Fiquei imobilizado (ver foto), "S." fixou a câmera para registrar tudo e ligou o cronômetro dos 10 minutos

Senti então o toque de "S." apalpando meu pênis, sua mão estava besuntada com lubrificante, e ela agarrava firme meu membro enquanto me masturbava com desenvoltura, em menos de 20 segundos entendi que as coisas seriam muito mais difíceis do que inicialmente planejado.

Por um instante tentei mudar meu foco, já que a excitação crescia de forma exponencial, mas sem sucesso, era impossível aguentar, o toque macio, quase sedoso da mão de "S." lambuzada em KY que dominava a cena. Fechei os olhos, então percebi que ela parou. Talvez eu tivesse uma chance.

Ao abrir meus olhos novamente para contemplar a cena, percebi que ela apenas havia parado para lubrificar um pouco mais meu pau, que em segundos foi devidamente re-untado. "S." recomeçou a punheta, com uma pegada ainda mais forte e vigorosa.

Imediatamente minha excitação saltou ao limite do possível, não havia truque mental, nada que pudesse me ajudar, estava fora de controle, estritamente nas mãos dela. Em menos de 3-4 minutos eu estava a beira do orgasmo. Instintivamente, em um ato de desespero supliquei "Por favor, assim eu vou gozar".

Falar não me ajudou, em verdade, só deixou as coisas ainda piores, já que "S." ao ser alertada, imediatamente posicionou um copo na frente de meu cacete para coletar a porra toda.
E o que veio a seguir foi um forte orgasmo, eu estava derrotado!

Cada onda de prazer que transpassava meu corpo, gerava um espasmo ejaculatório involuntário, um jorro de esperma, como uma reação em cadeia que não podia mais ser interrompida.

Fechei os olhos absorvido pelo prazer do momento, nada mais podia ser feito. "S." a seu turno estava concentrada, seu objetivo era claro, ganhar a aposta. 

Quando eu recuperei a consciência, respirei fundo e olhei para "S." que estava parada, sorrindo, na mão ela tinha o copo. Ela não só havia tido sucesso em coletar meu gozo, como havia conseguido pegar tudo, cada gota, do primeiro ao último espasmo ejaculatório.

Ao derrotado só restava a humilhação, nos jogos sexuais atos simbolizam posições de poder, quem come domina, quem é comido é dominado. Quem faz o outro beber porra domina, quem é forçado a beber porra é dominado.

Eu conhecia muito bem meu papel dentro do jogo.

"S." então se divertiu com o momento, primeiro com os dedos cheios de sêmen, ela lambuzou toda a volta da minha boca, com atenção especial aos meus lábios, como se estivesse passando gloss para dar brilho. Tudo grudou quase imediatamente, como uma fina camada de cola, enquanto ela sorria ao sujar-me.

Obviamente, a seguir ela emporcalhou seus dedos um pouco mais e passou por entre meus lábios, em minha língua. Para, por fim, sadicamente lambuzar seus dedos novamente com uma porção generosa de esperma,  e então, fazer-me lamber tudo até ficar limpinho.



Naquele instante, enquanto chupava os dedos de "S." eu pude sentir, compreender o gosto de perder a aposta. Aquele líquido de textura viscosa e aroma que muitas vezes lembrava água sanitária, tinha gosto salgado e levemente amargo, áspero, pungente, e bastante persistente. 

"S." então satisfeita, me poupou de ingerir o resto do copo, virou as costas e me deixou. Sozinho, engoli minha saliva algumas vezes, para limpar a garganta, sem sucesso. O sabor permanecia ainda lá, lembrando-me do que havia acabado de acontecer. Aquele gosto, era o gosto de ser submisso.

Ps.: Aos fãs da Huntress, aviso que já estou trabalhando em um novo conto.

5 comentários:

  1. Nossa delicia
    você esta de calça ou é um saco preto?
    delicia essa fantasia

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    1. Calça de Lycra, que estava abaixada para "S." ter acesso.

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  2. vc nao tranza c sua donna? frequentimente
    ou passa de meses sem penetrar?

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    1. Transo frequentemente, a forma que "S." tem mais facilidade e prazer em gozar é no sexo com penetração. Então estou "salvo".

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  3. Oi gosto muito de ver suas postagens. Serve muito de inspiração. Minha Dona tbm gozava somente com o sexo com penetração, ela sendo penetrada. Mas hoje sou eu quem sou invadido e els goza o dobro me penetrando.

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